˙˙˙˙˙˙˙˙˙BLOGUE DE ANT™NIO MARIANO

::Perfil::

domingo, 14 de agosto de 2005



ANT™NIO MARIANO EM SALVADOR (BA)

Ant“nio Mariano se apresenta no projeto Imagem do verso, ao lado do poeta Jos‚ Inacio Vieira de Melo, no dia 17 de agosto de 2005 (quarta-feira), …s 19 horas, no Brasserie Caf‚ Paris, na Alian‡a Francesa, em Salvador, ocasiao em que serao lan‡ados os livros de poemas Guarda-chuvas esquecidos (Lamparina editora, Rio de Janeiro, 2005), de Ant“nio Mariano e A Terceira Romaria ( Aboio Livre edi‡oes, Salvador, 2005), de Jos‚ Inacio Vieira de Melo.

"Guarda-chuvas esquecidos", o terceiro livro de Ant“nio Mariano, ‚ coletƒnea po‚tica publicada pela Lamparina editora (RJ), com prefacio de Claudio Daniel e orelhas de Fabricio Carpinejar.

Natural de Joao Pessoa, Paraiba, Ant“nio Mariano come‡ou a publicar seus primeiros textos em 1984, ano em que venceu o I Concurso de Poesia do Sesc no seu Estado. Ja publicou os livros "O gozo ins˘lito" (1991) e "Te odeio com do‡ura" (1995), sobre os quais se pronunciaram nomes expressivos da literatura local e nacional como Chico Viana, Paulo Henriques Britto, Jos‚ Paulo Paes, Fernando Py e Nelly Novaes Coelho. Ultimamente tem publicado em impressos de circula‡ao nacional como Correio das Artes (PB) revista Et Cetera (PR) e Suplemento Literario de Minas Gerais (MG). Ativista cultural, Mariano tem coordenado saraus e esta … frente do Projeto Tome Poesia, muito prestigiado por poetas e leitores e tem levado … Paraiba criadores de outros estados como Marco Lucchesi (RJ), Jomard Muniz de Brito e Jussara Salazar (PE). Em 2004 foi convidado para ser debatedor no evento Encontros de Interroga‡ao, do Ita£ Cultural de Sao Paulo, sendo citado na revista Rumos, lan‡ada na ocasiao, como um dos poetas que se destacam na atual poesia nacional. Assina desde 2000 uma coluna no caderno de cultura do Jornal A Uniao. Ant“nio Mariano ‚ tamb‚m ficcionista e lan‡a ainda este ano a coletƒnea de contos Imensa asa sobre o dia, sua primeira obra no gˆnero.

DATA: 17 DE JULHO (QUARTA-FEIRA)
HORARIO: 19 HORAS
LOCAL: BRASSERIE CAF PARIS
ALIAN€A FRANCESA
AV. SETE DE SETEMBRO, 401
VITORIA - SALVADOR - BA

COORDENA€AO: ELIZEU MOREIRA PARANAGUA


O que ja foi dito sobre "Guarda-chuvas esquecidos" desde sua publica‡ao:

"Guarda-chuvas esquecidos me encantou. Poesia de alto nivel. Tem vigor, elabora‡ao formal, pathos. Nada daquela assepsia excessiva que ainda predomina em boa parte da poesia brasileira contemporƒnea.  um livro vivo, pulsante".
Maria Esther Maciel, poeta, ficcionista, ensaista e professora da UFMG.

" preciso ousadia para afirmar a recusa a niveis est‚reis de pensamento e escritura, e ao mesmo tempo procurar outras hip˘teses e caminhos, seguindo … margem, no fio da navalha, aceitando todos os riscos. Esta coragem, no caso de Mariano, ‚ compensada por poemas de alta elabora‡ao formal, que recomendam a leitura de seu livro - exercicio ao mesmo tempo prazeroso e esclarecedor sobre a seriedade do trabalho desenvolvido pela gera‡ao mais nova para a necessaria renova‡ao de aguas em nossa poesia. Com Guarda-chuvas esquecidos, Ant“nio Mariano nao ‚ apenas uma promessa, mas um fascinante desafio".
Claudio Daniel, poeta e ensaista paulistano (no prefacio).

"Ler essa obra nao ‚ estar diante de uma £nica rua, um estilo apenas, mas de uma rodovia com in£meras possibilidades de acesso. Traz um pouco de cada olhar musical: tropicalismo, bossa, jazz, samba, frevo, capoeira. Ecl‚tico como a oscila‡ao emocional de cada leitor. O idioma do escritor ‚ "tatil …s vezes, / tatica sempre". Um olho porta faca e o outro depoe a arma".
Fabricio Carpinejar, poeta e ensaista ga£cho (nas orelhas).

"Com um vocabulario simples, Mariano tenta reconstruir o fazer po‚tico por meio do espanto, do inusitado, da concisao e da ja citada precisao. Aqui presente tamb‚m o jogo de palavras como busca de um novo dizer, como nos trechos"O fel tinha/ outro feeling", "Lingua era la-/ mina", "Loucos/ lado alado", em que o poeta privilegia a sonoridade dos versos, mas nao abre mao do sentido e da metafora".
Whisner Fraga, Estado de Minas, 04/06/2005

"Demonstrando aisance com a palavra po‚tica, com este livro Mariano consolida o seu fazer po‚tico e parece que define o seu caminho estilistico. Com efeito, a leitura atenta de Guarda-chuvas esquecidos entremostra uma dic‡ao pr˘pria, peculiar, pessoal, que dialoga, sim, com o alheio, mas sem lhe dever royalties".
Joao Batista de Brito, O Norte, 13/05/2005

"A poesia de Mariano ‚ fortemente influenciada por essas vanguardas e por um ideario est‚tico que modernizou a literatura nas £ltimas d‚cadas. Misto de concretismo, poesia marginal, poema-piada, Guarda-chuvas esquecidos" traz um caldeirao de signos e simbolos po‚ticos para deixar o leitor atualizado com o que de melhor se produz na poesia brasileira contemporƒnea".
Linaldo Guedes, A Uniao, 07/05/2005

Em Guarda-chuvas esquecidos, o leitor vai encontrar mat‚ria recorrente de poesia, sim. Mas vai se deparar com depura‡oes, saltos qualitativos para a maquina de pensar. Mariano sabe jogar com a palavra, no melhor sentido do termo: nao se torna arido, porque sempre tem consciˆncia da combina‡ao certa para germinar sentidos. Nao deixa de ser interessante que use tamb‚m da mesma liga que em outros se desfaz no ˘bvio.
Andr‚ Ricardo Aguiar, A Uniao, 06/05/2005.

"A poesia de Ant“nio Mariano, e experimenta todas as vertentes do verso livre, inclusive a eficiˆncia comunicativa do hai-kai e o minimalismo das pequenas senten‡as (comuns ao concretismo, … metalinguagem e ao visual).  um trabalho que valoriza a economia de meios, nao se desperdi‡a pela banaliza‡ao do discurso. Embora contida e sem gorduras, nao perde a sua coluna dorsal, nao desidrata sua nervura. No infimo espa‡o de seus versos (co)medidos, o autor convence o leitor de que a escritura ‚ ao mesmo tempo um ato de beleza e de concentra‡ao e que a mensagem po‚tica deve absorver aquela compreensao maiakovskiana: 'Eu/ … poesia/ s˘ permito uma forma:/ concisao,/ precisao das f˘rmulas/ matematicas'.
E desse excitante desafio a que se prop“s Mariano, resultou a rica experiˆncia est‚tica de Guarda-chuvas esquecidos, poesia renovada e sem afeta‡oes, que o coloca, sem d£vida, entre as melhores vozes de sua gera‡ao".

Ronaldo Cagiano, Jornal do Brasil, 01/07/2005.

enviado por Antonio-Mariano - Antonio-Mariano as 15:57. comentarios[3]

enviar por texto por e-mail

::Arquivos::

::Amigos::